Interior

Alergias e Intolerâncias Alimentares

Cerca de 2 milhões de pessoas regem as suas escolhas alimentares diárias
com base na sua alergia.

Como prevenir episódios de alergia ou intolerância alimentar?

Restrição de alimentos alergénicos/ofensores.

É essencial conhecer os ingredientes que compõem uma receita ou preparação culinária, quer seja você a cozinhar ou a comer fora.

Os alergénios (fração do alimento que causa alergia), na maior parte das situações, NÃO SÃO EVIDENTES.

90% das mortes associadas a alergias alimentares ocorrem fora de casa.

Sabia que...

Algumas pessoas são tão sensíveis que não necessitam que ingerir o alimento agressor para desencadear uma reação.
Por exemplo, beijar alguém que comeu amendoins ou inalar fragmentos microscópicos de amendoim pelo ar pode iniciar uma reação em algumas pessoas.

É importante ler e interpretar corretamente os rótulos alimentares de forma a identificar alergénios potencialmente escondidos.

Boas notícias!

Em Dezembro de 2014 entrou em vigor um Regulamento Europeu (1169/2011 EC) sobre a provisão de informação nutricional e de alergénios alimentares – na prática, todos os alimentos compostos e empacotados devem conter informação sobre potenciais alergénios nos rótulos, e todos os estabelecimentos de restauração coletiva devem apresentar esta informação, oralmente ou por escrito, sempre que requerida. Não apresentar informação correta sobre alergénios é crime punido por lei.

  Alergia Alimentar Intolerância Alimentar
Definição

Reação adversa do sistema imunológico que ocorre logo após a ingestão de um determinado alimento identificado como agressor.

A fração do alimento responsável pela reação alérgica denomina-se alergénio, e é normalmente uma proteína.

Mesmo uma quantidade minúscula do alimento agressor pode desencadear sintomas.

A gravidade varia, e em alguns casos pode causar sintomas graves ou até mesmo uma reação com risco de vida - conhecida como anafilaxia.

Reação adversa após a ingestão de um determinado alimento, que não envolve o sistema imunológico, e portanto, menos grave que alergia alimentar.

Intolerâncias podem resultar de, por exemplo, défices de enzimas necessárias para digerir determinados alimentos.

Por exemplo
Intolerância à lactose: incapacidade de digerir a lactose, um açúcar naturalmente presente no leite, devido ao défice da enzima lactase.

Estatística

Estima-se que, pelo menos, 5 em cada 100 crianças e jovens sofram de alergia alimentar, e que nos adultos a prevalência seja mais baixa, entre 3 a 4%.

Muito mais comum que alergias alimentares.
Cerca de 20 em cada 100 crianças sofre de intolerâncias alimentares.

Manifestações Clínicas

A reação ocorre minutos a horas depois de comer ou tocar no alimento.

  • Urticária, comichão e erupções cutâneas;
  • Náusea;
  • Vómitos;
  • Dor/ Cólicas abdominais;
  • Diarreia;
  • Inchaço de lábios, língua, cara e garganta;
  • Dificuldades respiratórias.

Os sintomas geralmente aparecem mais lentamente, por vezes dias após ingerir o alimento, e a pessoa pode tolerar maiores quantidades.

  • Diarreia;
  • Flatulência;
  • Dor ou desconforto abdominal;
  • Fadiga;
  • Inchaço abdominal;
  • Dores nas articulações;
  • Urticária;
  • Síndrome do intestino irritável.

Tratamento

Evicção alimentar - não ingestão de todos os alimentos que contêm o alergénio.

Não existe cura, no entanto, algumas crianças superam sua alergia alimentar à medida que envelhecem.

Evicção alimentar

Alimentos Ofensores

As alergias alimentares mais comuns nas crianças são:
leite, ovos, frutos secos, trigo, soja, peixe e marisco.

Nos adultos, as alergias alimentares mais comuns são causadas pelos frutos secos, peixe e marisco.

Alimentos de todos os grupos podem potencialmente induzir intolerância alimentar.

A mesma pessoa pode apresentar intolerância a um alimento, grupo de alimentos, ou diferentes grupos.

 

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